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	<description>&#34;Não basta escrever, é necessário publicar, de preferência num quadro&#34; Carlos Drummond de Andrade</description>
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		<title>Love music just for&#8230; &#8220;Oh yeah babe!&#8221;</title>
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		<pubDate>Mon, 05 Sep 2011 04:48:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Henrique</dc:creator>
				<category><![CDATA[Música]]></category>
		<category><![CDATA[black music]]></category>
		<category><![CDATA[lista de música]]></category>
		<category><![CDATA[love music]]></category>
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		<category><![CDATA[soul music]]></category>

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		<description><![CDATA[Sempre gosto de fazer playlists&#8230; mas a playlist que sempre tive vontade de fazer é de &#8220;love music&#8221;. Entenda &#8220;love music&#8221; como quiser, pra mim seria desde um som para um papinho esperto até um climax do grand finale. Sempre &#8230; <a href="http://reflexoestranscritas.wordpress.com/2011/09/05/love-music-just-for-oh-yeah-babe/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a><img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=reflexoestranscritas.wordpress.com&amp;blog=8252284&amp;post=718&amp;subd=reflexoestranscritas&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Sempre gosto de fazer playlists&#8230; mas a playlist que sempre tive vontade de fazer é de &#8220;love music&#8221;. Entenda &#8220;love music&#8221; como quiser, pra mim seria desde um som para um papinho esperto até um climax do <em>grand finale</em>. Sempre com estilo, é isso que a música proporciona nesses momentos.</p>
<p>Basicamente a minha playlist de &#8220;love music&#8221; consiste em <em>black music</em>, pelo suingado, pela pegada, algo que permite ditar o ritmo, sem ser algo &#8220;sem sal&#8221;. Bom lá vai&#8230; selecionarei as músicas aleatoriamente, sem esquematizar um &#8220;top-alguma-coisa&#8221;.</p>
<p><strong>1) &#8220;Let&#8217;s Get it On&#8221; &#8211; Marvin Gaye:</strong></p>
<p><object width="500" height="400"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/BKPoHgKcqag?version=3"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/BKPoHgKcqag?version=3" type="application/x-shockwave-flash" width="500" height="400" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
<p>Não queria colocar no &#8220;top-alguma-coisa&#8221;, mas essa música é a única que selecionaria em ordem (e seria em primeira). <em>Let&#8217;s Get it On </em>é um dos clássicos de <a href="http://server1.showbizspy.com/static/marvin-gaye.jpg">Marvin Gaye</a>, pra falar a verdade o álbum homônimo é o meu álbum favorito deste cara. Justamente porque o álbum inteiro tem uma pegada <em>light</em>, <em>soft</em>, <em>sweet. </em>Ótima música lenta pra dançar e para colocar de &#8220;entrada&#8221; (rsrs). Bom&#8230; esse é o som dum dos mestres do <em>soul music.</em></p>
<p><strong>2) &#8220;On &amp; On&#8221; &#8211; Erykah Badu:</strong></p>
<p><object width="500" height="400"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/y7mwZULsVcQ?version=3"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/y7mwZULsVcQ?version=3" type="application/x-shockwave-flash" width="500" height="400" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
<p>Putz&#8230; essa é outra música top! Mas enfim, a música faz parte do álbum <em>Baduizm. </em>A <a href="http://www.peoplequiz.com/images/bios/Erykah-Badu.jpg-1516.jpg">Erykah Badu</a> é uma das vozes dos anos 2000 que resgata uma pegada clássica da black music, principalmente das vozes femininas. Mas há uma mistura com a batida mais eletrônica dos DJ&#8217;s. Ela será uma das musas da black music que serão listadas mais a frente. A batida, o cadenciamento da música já diz tudo. É só colocar o som que entra na mesma <a href="http://www.youtube.com/watch?v=Cfjj9t8BTQI&amp;feature=related">vibe</a>. Além da voz maravilhosa da Badu, é aquela típica voz de se escutar no cantinho do ouvido. PS: Todos os álbuns dessa mulher vale a pena (&#8220;é sério&#8221;).</p>
<p><strong>3) &#8220;You sent me flying&#8221; &#8211; Amy Whinehouse:</strong></p>
<p><object width="500" height="400"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/1JelVaNb_54?version=3"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/1JelVaNb_54?version=3" type="application/x-shockwave-flash" width="500" height="400" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
<p>Agora um tributo recente. Outra voz que resgata muito do &#8220;<em>black music swing&#8221;</em> das antigas. Esse som é a voz de <a href="http://4.bp.blogspot.com/-xTnnqaC37s4/Ti2fOfcY6AI/AAAAAAAAAKI/pCzulR_-Qe0/s1600/amywinehouse.jpg">Amy</a> acompanhado com simples acorde de piano, que ficou muito sutil e depois vem com um som mais marcado com <em>beats</em>. Essa música é do álbum Frank, se não me engano é um álbum que tem uma pegada mais &#8220;pub&#8221; em relação aos outros álbuns dela&#8230;</p>
<p><strong>4) &#8220;I&#8217;m His Only Woman&#8221; &#8211; Jennifer Hudson:</strong></p>
<p><object width="500" height="400"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/iRCU-HMp5VE?version=3"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/iRCU-HMp5VE?version=3" type="application/x-shockwave-flash" width="500" height="400" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
<p>Me parece que essa moça participou do &#8220;American Idol&#8221;, não importa, canta muito. Inclusive me lembra outra que participou de programas parecidos aqui no Brasil, a belíssima <a href="http://4.bp.blogspot.com/_HujQ_PLofHI/TQkNm2478YI/AAAAAAAACq8/ht-0O7_OUu8/s1600/Paula-Lima-Aprenda-Fazer.jpg">Paula Lima</a>. Esse álbum da <a href="http://www.sweetslyrics.com/images/img_gal/7030_Jennifer%20Hudson.jpg">Jennifer Hudson</a> é recente, de 2008. E a música trata de uma &#8220;treta&#8221; entre mulheres, mas enfim, não importa muito, é muito bem cantada!</p>
<p><strong>5) &#8220;Ex-factor&#8221; &#8211; Lauryn Hill:</strong></p>
<p><object width="500" height="400"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/-IPd1cXR0Tc?version=3"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/-IPd1cXR0Tc?version=3" type="application/x-shockwave-flash" width="500" height="400" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
<p>Essa cantora vem de um grupo chamado <a href="http://www.youtube.com/watch?v=3OEkSCDsFVE">Fugees</a>, e vem do estilo rap, soul e R&amp;B, ou seja, uma misturera. Mas já dá pra sentir a pegada de rap nas batidas e no próprio ritmo das rimas. Só que a música que selecionais é mais soft nas batidas. O que importa é que a <a href="http://www.jillstanek.com/wp/wp-content/uploads/2011/06/Lauryn-Hill.jpg">Lauryn Hill</a> canta muito tanto no rap quanto no R&amp;B-soul.  <strong></strong></p>
<p><strong>6) &#8220;Rock with you&#8221; &#8211; Michael Jackson:</strong></p>
<p><object width="500" height="400"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/5X-Mrc2l1d0?version=3"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/5X-Mrc2l1d0?version=3" type="application/x-shockwave-flash" width="500" height="400" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
<p>Mais um tributo recente e mudando um pouco do tipo de som. Essa música lembra as músicas <em>disco </em>que <a href="http://www.sweetslyrics.com/images/img_gal/9467_michael-jackson-smooth-criminal-lean.jpg">Michael</a> cantou muito. Bom&#8230; é um som diferente em relação as outras, mas o que gostei mesmo dessa música foram as versões que fizeram dela, por exemplo: <a href="http://www.youtube.com/watch?v=C8UAQMfdV_I">Fernanda Abreu</a>.<strong></strong> PS: Prefiro a época dos <a href="http://www.youtube.com/watch?v=ZOXG8wtxx_w">Jackson 5</a>, mini-Michael cantando muito. Além de me lembrar <a href="http://epguides.com/EverybodyHatesChris/cast.jpg">isso</a>.</p>
<p><strong>7) &#8220;Love&#8221; &#8211; Musiq Soulchild:</strong></p>
<p><object width="500" height="306"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/OIKC2ggCed4?version=3"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/OIKC2ggCed4?version=3" type="application/x-shockwave-flash" width="500" height="306" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
<p>Esse é um <a href="http://www.swotti.com/tmp/swotti/cacheBXVZAXEGC291BGNOAWXKRW50ZXJ0YWLUBWVUDC1NDXNPY0JHBMRZ/imgmusiq%20soulchild1.jpg">cara</a> do rap contemporâneo que pouco se conhece aqui no Brasil. A música que estava procurando é a <a href="http://www.youtube.com/watch?v=1EhklqBs53s">&#8220;Ms Philadelphia&#8221;</a>, mas não encontrei na internet. É um som que retomam a vertente soul e até &#8211; podemos dizer &#8211; gospel, pelo menos no estilo de cantar. Ambas músicas são bonitas e tenho impressão que essa &#8220;Love&#8221;, tá falando num sentido de &#8220;fraternidade&#8221; (eu acho).</p>
<p><strong>8 ) &#8220;Let&#8217;s Stay Together&#8221; &#8211; Al Green:</strong></p>
<p><object width="500" height="400"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/COiIC3A0ROM?version=3"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/COiIC3A0ROM?version=3" type="application/x-shockwave-flash" width="500" height="400" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
<p>Esbarrei com esse <a href="http://static.rateyourmusic.com/lk/f/a/f74dc095e433f6ad64629ae51d79026b/1106260.jpg">cara</a> agora&#8230; gostei e vou colocar na lista. Tipão soul music com uns metais maneiros. Bom, vou baixar mais coisas dele também!</p>
<p><strong>9) &#8220;September&#8221; &#8211; Barry White:</strong></p>
<p><object width="500" height="400"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/9VigYbG0n5Y?version=3"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/9VigYbG0n5Y?version=3" type="application/x-shockwave-flash" width="500" height="400" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
<p>A voz poderosa de <a href="http://members.chello.nl/p.klein6/Pictures/Barry%20White026.jpg">Barry White</a>! Chegou a cantar com o Pavaroti e é dica de <a href="http://1.bp.blogspot.com/_a09Gj6UVRsE/Rvppo6KpGXI/AAAAAAAAAo8/K1nMNJwc62M/s320/Mano+Brown+1.jpg">Mano Brown</a>.</p>
<p><strong>10) &#8220;Never Can Say Goodbye&#8221; &#8211; Isaac Hayes:</strong></p>
<p><object width="500" height="400"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/FzLDE9qv5-E?version=3"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/FzLDE9qv5-E?version=3" type="application/x-shockwave-flash" width="500" height="400" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
<p>Bela música! Tipão de voz rouca&#8230; e ignorem as fotos do video. <a href="http://www.hearandplay.com/main/wp-content/uploads/2008/08/isaachayes.jpg">Hayes</a> também é autor da música <a href="http://www.youtube.com/watch?v=BgIqCy4rvKM">&#8220;Ike&#8217;s Rap 2&#8243;</a> que é a base de&#8230; alguma <a href="http://www.youtube.com/watch?v=demOrUCUBy4">semelhança</a>?</p>
<p><strong>11) &#8220;Let&#8217;s Have a Ball Tonight&#8221; &#8211; Tim Maia:</strong></p>
<p><object width="500" height="400"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/rHVaCW6cNrs?version=3"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/rHVaCW6cNrs?version=3" type="application/x-shockwave-flash" width="500" height="400" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
<p>Pra fechar (eu não tinha calculado quantas músicas seriam) um brasileiro que canta em inglês. Esse álbum de 1978 do <a href="http://www.mpbnet.com.br/musicos/tim.maia/images/timmaia.gif">Tim Maia</a> é inteiramente em inglês, muito influenciado na sua passagem nos Estados Unidos na década de 60 (por aí). Mais pra frente, algumas músicas em inglês aparecem na fase &#8220;racional&#8221; de Tim. É depois dos EUA que Tim Maia troca o &#8220;mermão&#8221; pelo &#8220;my brother&#8221;.</p>
<p><strong></strong>Bom&#8230; a lista era para ser gringa mesmo, porque trouxe uma lista da black music. Lembrando que não está na ordem e que não é somente as músicas que interessam. É importante escutar o álbum como um todo&#8230; pois há músicas que agradam mais e outras menos, mesmo sendo um mesmo tipo de som. Espero mais pra frente fazer uma lista dos &#8220;brasileiros&#8221; com influência black e outra de &#8220;love rap&#8221;.</p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/reflexoestranscritas.wordpress.com/718/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/reflexoestranscritas.wordpress.com/718/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/reflexoestranscritas.wordpress.com/718/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/reflexoestranscritas.wordpress.com/718/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/reflexoestranscritas.wordpress.com/718/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/reflexoestranscritas.wordpress.com/718/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/reflexoestranscritas.wordpress.com/718/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/reflexoestranscritas.wordpress.com/718/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/reflexoestranscritas.wordpress.com/718/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/reflexoestranscritas.wordpress.com/718/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/reflexoestranscritas.wordpress.com/718/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/reflexoestranscritas.wordpress.com/718/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/reflexoestranscritas.wordpress.com/718/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/reflexoestranscritas.wordpress.com/718/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=reflexoestranscritas.wordpress.com&amp;blog=8252284&amp;post=718&amp;subd=reflexoestranscritas&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		<title>Malcolm X e Muhammad Ali</title>
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		<pubDate>Sun, 05 Jun 2011 00:17:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Henrique</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cinema]]></category>
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		<description><![CDATA[Filme &#8220;Ali&#8221; (2001). Mario Van Peebles (Malcolm X) e Muhammad Ali (Will Smith) Foto: Nova Iorque (1963).<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=reflexoestranscritas.wordpress.com&amp;blog=8252284&amp;post=713&amp;subd=reflexoestranscritas&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Filme &#8220;Ali&#8221; (2001). Mario Van Peebles (Malcolm X) e Muhammad Ali (Will Smith)</p>
<p><img class="alignnone" title="Malcolm X e Muhammad Ali" src="http://images.allmoviephoto.com/2001_Ali/mario_van_peebles_will_smith_001.jpg" alt="" width="400" height="264" /></p>
<p>Foto: Nova Iorque (1963).</p>
<p><img class="alignnone" title="Malcolm X e Ali (2)" src="http://thestartingfive.net/wp-content/uploads/2008/05/image001.jpg" alt="" width="512" height="380" /></p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/reflexoestranscritas.wordpress.com/713/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/reflexoestranscritas.wordpress.com/713/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/reflexoestranscritas.wordpress.com/713/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/reflexoestranscritas.wordpress.com/713/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/reflexoestranscritas.wordpress.com/713/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/reflexoestranscritas.wordpress.com/713/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/reflexoestranscritas.wordpress.com/713/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/reflexoestranscritas.wordpress.com/713/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/reflexoestranscritas.wordpress.com/713/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/reflexoestranscritas.wordpress.com/713/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/reflexoestranscritas.wordpress.com/713/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/reflexoestranscritas.wordpress.com/713/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/reflexoestranscritas.wordpress.com/713/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/reflexoestranscritas.wordpress.com/713/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=reflexoestranscritas.wordpress.com&amp;blog=8252284&amp;post=713&amp;subd=reflexoestranscritas&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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			<media:title type="html">hytakahashi</media:title>
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			<media:title type="html">Malcolm X e Muhammad Ali</media:title>
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			<media:title type="html">Malcolm X e Ali (2)</media:title>
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	</item>
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		<title>Porquê da desigualdade social? Nietzsche, Weber e Sakyamuni</title>
		<link>http://reflexoestranscritas.wordpress.com/2011/05/27/porque-da-desigualdade-social/</link>
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		<pubDate>Fri, 27 May 2011 18:16:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Henrique</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Uma das minhas principais indagações quando eu entrei no curso de Ciências Sociais e que tinha grandes expectativas de responder era: &#8220;porque que existe desigualdade social?&#8221;. Conheci e aprendi dentro da faculdade, desde teorias macroestruturais que procurava explicar tudo, até &#8230; <a href="http://reflexoestranscritas.wordpress.com/2011/05/27/porque-da-desigualdade-social/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a><img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=reflexoestranscritas.wordpress.com&amp;blog=8252284&amp;post=706&amp;subd=reflexoestranscritas&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Uma das minhas principais indagações quando eu entrei no curso de Ciências Sociais e que tinha grandes expectativas de responder era: &#8220;porque que existe desigualdade social?&#8221;. Conheci e aprendi dentro da faculdade, desde teorias macroestruturais que procurava explicar tudo, até teorias mais no âmbito das relações cotidianas, que procuravam compreender as minúncias desta desigualdade.</p>
<p>Esta é uma indagação que dialoga fortemente com os movimentos sociais &#8211; principalmente estudantis &#8211; nos dias atuais. Estes movimentos pautam suas reinvidicações sob a ótica da &#8220;exploração do capital&#8221;, para obter assim uma universidade &#8220;democrática&#8221; e no limite &#8220;socialista&#8221;. Para mim é uma pauta política de certa forma anacrônica, pois aqui no Brasil esta pauta era fortemente reinvidicada na década de 80. Enquanto que mundialmente, víamos entre as décadas de 70 e 80 o declínio dos países socialistas, a desintegração da União Soviética e a queda do Muro de Berlim. Os países socialistas do século XX, também eram exploradoras.</p>
<p>Assim, um conceito muito importante para a compreensão desta <em>desigualdade social</em> seria o <em>poder</em>. É importante dizer a importância do conceito, pois temos assim um &#8220;problema&#8221; empírico e necessitamos de significações (conceitos) para a compreensão desta. E esta conceitualização seria o foco principal da filosofia:</p>
<blockquote><p>Criar conceitos sempre novos é o objeto da filosofia. É porque o conceito deve ser criado que ele remete ao filósofo como àquele que o tem em potência, ou que tem sua potência e sua competência. (&#8230;) Os conceitos não nos esperam inteiramente feitos, como corpos celestes. Não há céu para os conceitos. Eles devem ser inventados, fabricados ou antes criados, e não seriam nada sem a assinatura daqueles que os criam. (Deleuze, G; Guatarri, F. p. 13 <em>in: </em>O que é filosofia?)</p></blockquote>
<p>Entretanto não será minha pretensão &#8220;criar&#8221; novos conceitos &#8211; obviamente &#8211; mas sim enfatizo esta noção do <em>conceito </em>para a filosofia, pois são alguns destes que iremos recorrer.</p>
<p>Voltando para o &#8220;porquê da desigualdade social&#8221;, a explicação/compreensão não se daria portanto por causa da &#8220;exploração da relação capital-trabalho&#8221; assim como diria os marxistas, mas seria uma causa &#8220;supra-capitalista&#8221;. Iremos nos basear &#8211; inicialmente &#8211; da noção &#8220;vontade de poder&#8221; de Nietzsche, mas deixaremos um pouco de lado. Pois já que meu conhecimento filosófico e nietzschiano é mais do que simplório, entraremos mais na teoria de Max Weber. Mas é preciso dizer a importância deste conceito de Nietzche para toda teoria sobre poder de Weber.</p>
<p><em>Poder</em> para Weber seria: &#8220;a probabilidade de impor a própria <span style="text-decoration:underline;">vontade</span> dentro de uma relação social, mesmo contra toda a resistência e qualquer que seja o fundamento dessa probabilidade&#8221; (Weber, M. p. 43 <em>in </em>Economía y sociedad, grifo meu). Ou seja, é a partir desta &#8220;vontade&#8221; de impor a própria vontade em uma relação social é que se estabele a <em>dominação</em> e portanto é esta <em>dominação </em>que estabelecerá diferenças sociais numa ordem de &#8220;hierarquia&#8221;. É assim que boa parcela das teorias da ciências sociais entende o poder, o poder como algo de dominação no sentido de repressão (tanto no sentido &#8220;repressão conflituosa&#8221;, como &#8220;repressão consentida&#8221;).</p>
<p>Entretanto, poderíamos entender este poder, não somente como uma relação vertical de dominação entre o que possui &#8220;mais&#8221; poder com o que possui menos. Mas esmiuçar o sentido de &#8220;vontade de poder&#8221;, ou seja, o poder neste caso possuiria um sentido mais amplo de &#8220;vontade de fazer&#8221;, &#8220;vontade de ser&#8221;, &#8220;vontade de possuir&#8221;, &#8220;vontade de querer&#8221;, trazendo os sentidos similares de poder para este conceito.</p>
<p>Sakyamuni ou Siddharta Gautama, fundador do budismo, utiliza a noção de <em>desejo </em>como o conceito-chave para a compreesão do sofrimento/felicidade humana. O <em>desejo </em>é o que caracteriza o ser humano como um humano, é importante esclarecer que o ser humano que não deseja, não é considerado como um não-humano, pois o próprio fato de não desejar já é um <em>desejo</em>. No limite, enquanto a <em>vontade de poder </em>seria &#8220;vontade&#8221; de dominação, de ganho de <em>status</em>, ganho de bens simbólicos, ganho de legitimidade e etc trabalhada pela ciências sociais, para Sakyamuni esta <em>vontade de poder</em>, ou permitindo uma modificação conceitual, este <em>desejo de poder </em>(poder ser, fazer, possuir, querer, etc) seria o &#8220;desejo&#8221;/&#8221;vontade&#8221; de &#8220;felicidade&#8221; (felicidade no sentido de &#8220;poder&#8221; ser, fazer, possuir, querer, etc), ultrapassando assim o &#8220;sofrimento&#8221; (sofrimento no sentido de não &#8220;poder&#8221; ser, fazer, possuir, querer, etc).</p>
<p>No limite a desigualdade social ocorre pelo simples fato do ser humano que através da &#8220;vontade de poder&#8221; ou do &#8220;desejo&#8221; engendra uma relação de diferenciamento, pois a &#8220;vontade de poder&#8221; ou &#8220;desejo&#8221; hegêmonico seria o de diferenciamento e dominância a submissão de um/uns ao outro/outros. De maneira &#8220;utópica&#8221; a ruptura com a desigualdade de cunho repressivo/submissivo ocorreria a partir da mudança valorativa da &#8220;vontade de poder&#8221;/&#8221;desejo&#8221;, que para Nietzsche seria através do conceito de <em>transvaloração dos valores </em>que seria uma ruptura de paradigmas atuais de maneira niilista. Este niilismo não é no sentido de uma metodologia filosófica de simples negação de algo, mas uma negação de algo que busque re-significar as dimensões reais do humano. Portanto a chave para uma ruptura com a desigualdade e diferenciação social é a partir de &#8220;valores&#8221; que re-significa estas dimensões reais do humano.</p>
<p><strong><br />
</strong></p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/reflexoestranscritas.wordpress.com/706/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/reflexoestranscritas.wordpress.com/706/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/reflexoestranscritas.wordpress.com/706/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/reflexoestranscritas.wordpress.com/706/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/reflexoestranscritas.wordpress.com/706/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/reflexoestranscritas.wordpress.com/706/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/reflexoestranscritas.wordpress.com/706/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/reflexoestranscritas.wordpress.com/706/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/reflexoestranscritas.wordpress.com/706/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/reflexoestranscritas.wordpress.com/706/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/reflexoestranscritas.wordpress.com/706/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/reflexoestranscritas.wordpress.com/706/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/reflexoestranscritas.wordpress.com/706/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/reflexoestranscritas.wordpress.com/706/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=reflexoestranscritas.wordpress.com&amp;blog=8252284&amp;post=706&amp;subd=reflexoestranscritas&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		<title>Palavras e iceberg</title>
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		<pubDate>Thu, 26 May 2011 03:57:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Henrique</dc:creator>
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		<description><![CDATA[&#8220;As palavras que usamos na linguagem diária podem assumir repentinamente um extraordinário poder dependendo da maneira como são combinadas ou do momento em que são proferidas&#8230; A linguagem que usamos é como a ponta de um iceberg. Qual é a &#8230; <a href="http://reflexoestranscritas.wordpress.com/2011/05/26/palavras-e-icebeg/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a><img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=reflexoestranscritas.wordpress.com&amp;blog=8252284&amp;post=708&amp;subd=reflexoestranscritas&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>&#8220;As palavras que usamos na linguagem diária podem assumir repentinamente um extraordinário poder dependendo da maneira como são combinadas ou do momento em que são proferidas&#8230; A linguagem que usamos é como a ponta de um iceberg. Qual é a parte do iceberg que fica abaixo da superfície do oceano? A intenção, o espírito da pessoa que fala, e o espírito do ouvinte, ao qual as palavras são dirigidas, também ficam abaixo da superfície do oceano da linguagem&#8221; (Makoto Ooka em <em>Shi, Kotoba, Ningen </em>- Poesia, Palavras e Pessoas)</p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/reflexoestranscritas.wordpress.com/708/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/reflexoestranscritas.wordpress.com/708/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/reflexoestranscritas.wordpress.com/708/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/reflexoestranscritas.wordpress.com/708/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/reflexoestranscritas.wordpress.com/708/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/reflexoestranscritas.wordpress.com/708/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/reflexoestranscritas.wordpress.com/708/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/reflexoestranscritas.wordpress.com/708/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/reflexoestranscritas.wordpress.com/708/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/reflexoestranscritas.wordpress.com/708/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/reflexoestranscritas.wordpress.com/708/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/reflexoestranscritas.wordpress.com/708/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/reflexoestranscritas.wordpress.com/708/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/reflexoestranscritas.wordpress.com/708/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=reflexoestranscritas.wordpress.com&amp;blog=8252284&amp;post=708&amp;subd=reflexoestranscritas&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		<title>A verdade está com o &#8220;nativo&#8221;</title>
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		<pubDate>Fri, 06 May 2011 18:18:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Henrique</dc:creator>
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			<content:encoded><![CDATA[<p>Bom&#8230; é muito comum, pelo menos dentro das Ciências Sociais, que os estudos sobre &#8220;identidades&#8221; que sofrem preconceito são estudados pelos mesmos que sofrem o preconceito. Negro estuda negro, homossexuais estudam homossexuais e mulheres estudam mulheres. Digo isto não por ser uma regra geral, mas porque há uma legitimidade enquanto há isso. É muito daquela noção antropológica de que a &#8220;verdade&#8221; está com o &#8220;nativo&#8221;. Que pessoa melhor para falar do negro do que ele mesmo? Que pessoa melhor para falar de gênero feminino, se não a própria mulher? Há muito disso na universidade, ou estou mentindo? Implicitamente não é isso? O discurso geral é que não tem nada a ver o estudo (&#8220;objeto&#8221;) com o pesquisador, mas acontece isso mesmo?</p>
<p>Por isso que é muito comum dos pesquisadores que estudam os &#8220;marginais&#8221;: prostitutas, moradores de rua ou o agentes envolvidos no crime na periferia, possuam legitimidade. Afinal, você já viu alguma prostituta, morador de rua ou um &#8220;criminoso&#8221; na universidade? É mais simples obter legitimidade, afinal você não concorre com o &#8220;interlocutor&#8221;, é só você e o grupinho de universitários da classe média.</p>
<p>Mas por exemplo, eu que estudo o rap, conheço &#8220;interlocutores&#8221; na academia que fazem parte ou possuem &#8220;enraizamento&#8221; no movimento hip-hop ou escuta rap desde cedo. O que eu nipo-descedente (&#8220;japonês&#8221;) do interior paulista tem pra se falar de rap? É claro que não tenho a pretensão de ser um <em>expert </em>em rap, ou pretensão de capacidade de explicar tudo sobre o rap, mas eu o estudo e possuo uma pequena analise em que pretendo dialogar tanto com a academia, quanto com o movimento hip-hop.</p>
<p>Quantas vezes já escutei: você não conhece esse cara? Você conhece pouco de rap ein? Quantas vezes já vi um estranhamento no olhar, após dizer a minha linha de pesquisa? Quantas vezes já escutei bobagens de pessoas que se autodenominam como &#8220;enraizadas&#8221; no rap? Quantas vezes já vi pessoas falando do rap, mas na verdade estavam falando de uma posição pessoal, um puro &#8220;achismo&#8221;? Mas ninguém se preocupa com isso. Quem tem a verdade é o &#8220;interlocutor&#8221;, é o &#8220;nativo&#8221;. Não ligo das descofianças analíticas que as pessoas possuem em relação a mim. Mas como empobrece analiticamente este &#8220;apostar todas as fichas&#8221; na opinião e na &#8220;verdade&#8221; do nativo. Se for assim, não precisamos mais analisar, conceituar, refletir e criticar mais nada. É só engolir a guela abaixo o que o outro fala. Para que pensar assim, se o pensamento já está pré-construído? Para que você serve então?</p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/reflexoestranscritas.wordpress.com/698/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/reflexoestranscritas.wordpress.com/698/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/reflexoestranscritas.wordpress.com/698/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/reflexoestranscritas.wordpress.com/698/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/reflexoestranscritas.wordpress.com/698/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/reflexoestranscritas.wordpress.com/698/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/reflexoestranscritas.wordpress.com/698/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/reflexoestranscritas.wordpress.com/698/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/reflexoestranscritas.wordpress.com/698/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/reflexoestranscritas.wordpress.com/698/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/reflexoestranscritas.wordpress.com/698/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/reflexoestranscritas.wordpress.com/698/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/reflexoestranscritas.wordpress.com/698/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/reflexoestranscritas.wordpress.com/698/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=reflexoestranscritas.wordpress.com&amp;blog=8252284&amp;post=698&amp;subd=reflexoestranscritas&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		<title>Budismo: apego ou desapego aos desejos?</title>
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		<pubDate>Thu, 21 Apr 2011 21:54:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Henrique</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Ultimamente tenho visto na mídia, em aulas de professores, em textos da faculdade que o budismo tem como princípio um desapego aos desejos. O que poderia dizer é que este desapego &#8220;total&#8221; aos desejos é defendida em algumas linhagens do &#8230; <a href="http://reflexoestranscritas.wordpress.com/2011/04/21/budismo-apego-ou-desapego-aos-desejos/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a><img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=reflexoestranscritas.wordpress.com&amp;blog=8252284&amp;post=692&amp;subd=reflexoestranscritas&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Ultimamente tenho visto na mídia, em aulas de professores, em textos da faculdade que o budismo tem como princípio um desapego aos desejos. O que poderia dizer é que este desapego &#8220;total&#8221; aos desejos é defendida em algumas linhagens do budismo, afinal há muitas delas.</p>
<p>Mas de acordo com os ensinos de Sakyamuni (ou Siddharta Gautama), no Sutra de Lótus, os desejos são sim a fonte para o sofrimento humano. Entretanto, além de ser apenas uma fonte de sofrimento humano é também a fonte de felicidade humana, ou seja, os desejos são tanto felicidade quanto sofrimento. Sakyamuni diz: &#8220;desejos mundandos é iluminação&#8221;. O Budismo ensina que nós seres humanos podemos &#8220;controlar&#8221; todos os fenômenos do universo, melhor dizendo, todos os fenômenos da nossa vida. Em qualquer fenômeno que ocorre em nossa vida, podemos extrair qualquer coisa (sofrimento, alegria, tranquilidade, angústia, entre outro), isto porque depende da nossa perpectiva em que vivemos, no budismo chama-se estado de vida.</p>
<p>Para melhor compreeder a questão do apego ou desapego aos desejos que o budismo ensina, coloco um trecho do livro <em>Nova Revolução Humana</em>, na qual Shin-iti Yamamoto* apresenta uma palestra na Universidade da California, nos Estados Unidos:</p>
<p>&#8220;Ao longo de sua palestra, Shin-iti buscou esclarecer a origem fundamental dos problemas da civilização moderna na perspectiva da filosofia de vida embasada no Budismo. Ele continuou explicando a visão budista de que a vida é um acúmulo de sofrimentos, incluindo aqueles decorrentes do nascimento , envelhecimento, doença e morte e levantou a seguinte questão:</p>
<p>- Por que os seres humanos sofrem?</p>
<p>Em resposta, explicou que o Budismo ensina que todos os fenômenos são inconstantes. Entretanto, os seres humanos, ao enxergarem erroneamente todos os fenômenos como permanentes e duradouros, crescem ligados ao seus desejos e tornam-se prisioneiro deles.</p>
<p>O desenvolvimento da civilização moderna tem sido estimulado pelo incentivo ao apego e pela interminável busca de coisas intrinsicamente transitórias. Consequentemente, enquanto o homem tornou a vida mais confortável e conveniente, criou também a destruição do meio ambiente e o perigo da guerra nuclear, levando-o à beira da propria aniquilação.</p>
<p>Shin-iti explicou:</p>
<p>- Algumas escolas budistas ensinam que a única forma de libertar uma pessoa do sofrimento é fazer com que ela se livre de todos os desejos. Mas será que isto é realmente possível? É natural que os seres humanos estejam ligados à vida, sintam amor e afeto e busquem satisfazer suas necessidades. O ensinamento essencial do Budismo, na verdade, não afirma que devemos eliminar todos os nossos desejos e nos libertar de nossos apegos.</p>
<p>O presidente Yamamoto continuou:</p>
<p>- O nosso &#8220;eu menor&#8221; foca a atenção em fenômenos transitórios, nos tornando escravos de nossos desejos e causando sofrimento. O Budismo ensina que nas profundezas da vida humana e de todos os fenômenos estão vinculados o sofrimento e o apego &#8211; reside uma lei eterna e imutável. Esta lei nos instiga a acordar para a verdade universal e a torná-la o alicerce de nossa existência. Em outras palavras, nosso &#8220;eu maior&#8221; consiste em viver com base na força fundamental e na lei do universo que dá origem as funçõs múltiplas da vida. O historiador Arnold Toynbee denominou tal fato de &#8220;realidade espiritual irrevogável&#8221;.</p>
<p>Uma vez que Shin-iti estava tentando explicar a filosofia budista da verdade última da vida, não havia como negar que estava apresentando uma palestra bastante difícil. No entanto, a plateia ouvia atentamente enquanto ele falava sobre esses princípios profundos relacionados à existência humana.</p>
<p>Em seguida, explicou que viver com base no &#8220;eu maior&#8221; não significa abandonar o &#8220;eu menor&#8221;, mas, sim, ganhar controle sobre ele e usá-lo de forma que contribua positivamente para a felicidade das pessoas.</p>
<p>-  Se compararmos o &#8220;eu menor&#8221; a um trem que se move rapidamente, o &#8220;eu maior&#8221; representa o trilho pelo qual o trem viaja. Se o trem do &#8220;eu menor&#8221; descarrilar, ficará fora de controle e tombará. Mas, se o trem do &#8220;eu menor&#8221; percorrer ao longo dos trilhos do &#8220;eu maior&#8221;, chegará com segurança ao seu destino de felicidade indestrutível.</p>
<p>Shin-iti discorreu então mais profundamente sobre o &#8220;eu maior&#8221; entrando na questão fundamental sobre a vida e a morte.</p>
<p>- O Budismo expõe o princípio da unicidade da vida e da morte. Ambas, na verdade, são manifestações eternas e imutáveis da própria vida, sem uma estar subordinada a outra. Por exemplo, passamos por grandes mudanças em nosso corpo e mente desde o nascimento. Ao logo do tempo, no entanto, há um &#8220;eu&#8221; interior que permanece inalterado. O Budismo ensina que esse &#8220;eu&#8221; é o &#8220;eu maior&#8221; que personifica uma vida que é tão vasta quanto o universo. E este &#8220;eu maior&#8221; trabalha eterna e imutavelmente, ora na fase da vida, ora na fase da morte. Todas as pessoas possuem esse &#8220;eu maior&#8221; dentro da própria vida.</p>
<p>Shin-iti afirmou que a visão de vida e de morte é que determina o rumo da existência de uma pessoa, e mais amplamente o de uma civilização.</p>
<p>Ele clamou pela mudança da civilização atual dominada pelos interesses do &#8220;eu menor&#8221; para uma outra base no &#8220;eu maior&#8221;, isto é, uma civilização que vive em sintonia com a vida do universo.</p>
<p>A voz de Shin-iti cresceu em intensidade ao declarar que o séculos 21 dever se o &#8220;Século da Vida&#8221;, no qual ela seja valorizada ao máximo.</p>
<p>- Tornar realidade o sonho de uma civilização que celebra o humanismo dependerá do nosso esforço em descobrir a verdadeira natureza da existência, que é eterna, imutável e invencível.</p>
<p>Shin-iti concluiu a palestra:</p>
<p>- Embora possa parecer um exagero, parece-me que até agora o homem vem sendo comandado pela ambição que o tem arrastado para a beira da destruição, não passando da fase de &#8220;animal irracional&#8221;. Nos <em>Escritos de Nitiren Daishonin </em>consta uma expressão que faz referência ao homem como &#8220;animal inteligente&#8221;. Os seres humanos não devem ser simplismente inteligentes, mas ter a inteligência para romper o egoísmo e conquistar o autodomínio espiritual. Ao encontrar esse caminho nos ensinamentos do Budismo, dei início à minha jornada espiritual. Espero que todos vocês, jovens construtores e pioneiros desse momento decisivo sem precedentes, reflitam também sobre o caminho da verdadeira independência humana. Hoje, compartilhei com vocês apenas alguns aspectos da sabedoria budista, na esperança de que possam ser úteis sob esses aspectos. Ficarei muito satisfeito se servissem como uma espécie de orientação ou inspiração. Muito obrigado&#8221;</p>
<p>*Shin-iti Yamamoto é o pseudônimo de Dr. Daisaku Ikeda, presidente da Soka Gakkai Internacional (&#8220;Escola&#8221; Criadora de Valores), uma organização baseada na filosofia humanística do budismo de Nitiren Daishonin. A SGI é uma ONG filiada a ONU.</p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/reflexoestranscritas.wordpress.com/692/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/reflexoestranscritas.wordpress.com/692/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/reflexoestranscritas.wordpress.com/692/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/reflexoestranscritas.wordpress.com/692/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/reflexoestranscritas.wordpress.com/692/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/reflexoestranscritas.wordpress.com/692/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/reflexoestranscritas.wordpress.com/692/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/reflexoestranscritas.wordpress.com/692/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/reflexoestranscritas.wordpress.com/692/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/reflexoestranscritas.wordpress.com/692/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/reflexoestranscritas.wordpress.com/692/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/reflexoestranscritas.wordpress.com/692/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/reflexoestranscritas.wordpress.com/692/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/reflexoestranscritas.wordpress.com/692/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=reflexoestranscritas.wordpress.com&amp;blog=8252284&amp;post=692&amp;subd=reflexoestranscritas&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		<title>Internet</title>
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		<pubDate>Thu, 21 Apr 2011 00:37:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Henrique</dc:creator>
				<category><![CDATA[Prosa]]></category>

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		<description><![CDATA[Fiquei algumas semanas sem meu computador, percebi como estou (eu/nós) estamos tão dependentes da tecnologia. Parece que a tecnologia &#8211; mais especificamente a internet &#8211; nos faz criar uma rotina, um ritmo em nossa própria vida que seguimos no mesmo &#8230; <a href="http://reflexoestranscritas.wordpress.com/2011/04/20/internet/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a><img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=reflexoestranscritas.wordpress.com&amp;blog=8252284&amp;post=686&amp;subd=reflexoestranscritas&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Fiquei algumas semanas sem meu computador, percebi como estou (eu/nós) estamos tão dependentes da tecnologia. Parece que a tecnologia &#8211; mais especificamente a internet &#8211; nos faz criar uma rotina, um ritmo em nossa própria vida que seguimos no mesmo &#8220;andamento&#8221; (termo musical) desta velocidade.</p>
<p>Nas semanas que fiquei sem o acesso quase íntegro da internet, minha vida tornou-se mais pausado, mais calmo, menos afobado. Percebi que proporcionalmente a quantidade e rapidez na qual a internet proporciona em relação a informação, é também uma informação que se vai rapidamente. Ou alguém sempre lembra de tudo o que se viu na internet no final do dia? (ou da noite?), quem se lembra destas informações ao longo da semana, do ano, da vida?</p>
<p>Até então a praticidade cibernética é inquestionável, mas também tem uma capacidade de consumo de tempo, de vida incrível. Exemplo disso é hoje, peguei o computador às 17h30 e estou até agora na internet vendo e falando bobeiras (21h35). Que saudade da vida bucólica! (rsrs).</p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/reflexoestranscritas.wordpress.com/686/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/reflexoestranscritas.wordpress.com/686/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/reflexoestranscritas.wordpress.com/686/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/reflexoestranscritas.wordpress.com/686/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/reflexoestranscritas.wordpress.com/686/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/reflexoestranscritas.wordpress.com/686/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/reflexoestranscritas.wordpress.com/686/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/reflexoestranscritas.wordpress.com/686/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/reflexoestranscritas.wordpress.com/686/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/reflexoestranscritas.wordpress.com/686/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/reflexoestranscritas.wordpress.com/686/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/reflexoestranscritas.wordpress.com/686/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/reflexoestranscritas.wordpress.com/686/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/reflexoestranscritas.wordpress.com/686/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=reflexoestranscritas.wordpress.com&amp;blog=8252284&amp;post=686&amp;subd=reflexoestranscritas&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		<title>Recanto da Saudade</title>
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		<pubDate>Sun, 20 Feb 2011 18:58:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Henrique</dc:creator>
				<category><![CDATA[Crônicas/Contos]]></category>
		<category><![CDATA[Mi-mi-mis]]></category>
		<category><![CDATA[indecisão]]></category>
		<category><![CDATA[passado]]></category>
		<category><![CDATA[recordação]]></category>
		<category><![CDATA[retorno]]></category>
		<category><![CDATA[vida]]></category>

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		<description><![CDATA[Fundo: Chopin Nocturne Op. 9 No. 2 Era a segunda vez que o menino voltava aquela casa, já fazia mais de anos que não a retornava. Naquela casa ele teve sua infância. Havia descoberto os melhores lugares para brincar de &#8230; <a href="http://reflexoestranscritas.wordpress.com/2011/02/20/recanto-saudade/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a><img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=reflexoestranscritas.wordpress.com&amp;blog=8252284&amp;post=674&amp;subd=reflexoestranscritas&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<blockquote><p>Fundo: Chopin Nocturne Op. 9 No. 2</p>
<span style="text-align:center; display: block;"><a href="http://reflexoestranscritas.wordpress.com/2011/02/20/recanto-saudade/"><img src="http://img.youtube.com/vi/EvxS_bJ0yOU/2.jpg" alt="" /></a></span></blockquote>
<p>Era a segunda vez que o menino voltava aquela casa, já fazia mais de anos que não a retornava. Naquela casa ele teve sua infância. Havia descoberto os melhores lugares para brincar de pique-esconde nos dois andares que possuía. Teve suas primeiras lições de piano, leu o seus primeiros livros, teve a primeira a sua despedida.</p>
<p>A casa havia parado no tempo, mas para ele ainda havia vida nela. Olhou para a cômoda que havia na sala, a cômoda onde havia as fotos da família, ao lados dos dois sofás aveludados que tanto gostava de domir e beber leite quente. Percebeu que os sofás já estavam entregues as traças, ficou triste e saudoso ao mesmo tempo. A tristeza surgiu por ter visto aquela cena, mas aí o sentimento de saudade brotou com as recordações tão vivas na mente, e com a saudade veio um sentimento de felicidade, felicidade que em poucos instantes fora embora e assim a tristeza retornou para o seu local de origem, a realidade.</p>
<p>Subiu as escadas, os degraus rangiam perigosamente. Subiu com medo de quebrá-los, percebia a fragilidade da casa e o aumento de seu peso, antes as escadas eram tão rijas e conseguia subir com uma leveza confiante.</p>
<p>Ao subir as escadas, deu de cara com o corredor que dava para as escadas. O ar estava abafado, tossiu um pouco. Estava um pouco nauseado, não se sabe o motivo, talvez pelo ar ou pelo retorno. Viu a porta do quarto em que durmia, estava entreaberta e parou um instante. Ficou estático. Começou a pensar: &#8220;porque?&#8221;.</p>
<p>&#8220;Porque estou aqui? Pelo desejo de recordar o que tive aqui? Para reviver, ressucitar o passado? Aqui está tão sujo, as traças estão dominando este lugar, porque vim pra cá? Pelo prazer de sentir o desgosto?&#8221;</p>
<p>Fitou a porta entreaberta durante algum tempo.</p>
<p>&#8220;Me machuca ficar aqui, mas me sinto bem também&#8221;.</p>
<p>Olhou mais um pouco para a porta. Virou as costas e desceu as escadas. &#8220;Aqui sempre será meu lar, não importa, sujo ou não. Não preciso entrar no quarto, não preciso reviver o passado, o passado está morto na realidade, mas vivo em mim&#8221;.</p>
<p>Ao descer as escadas, olhou para o lado e viu a cozinha, olhou para o outro e viu a sala. Seguiu em frente e bateu a porta. Ao olhar para a casa novamente, viu uma placa: &#8220;Demolida em 2 semanas para a construção do condomínio Recanto da Saudade&#8221;. Fitou o nome da construtora e sorriu.</p>
<p>Ao entrar no carro, abaixou a cabeça e fez uma prece. Ligou o carro e foi embora.</p>
<blockquote><p>A saudade é a nossa alma dizendo para onde ela quer voltar. (Rubem Alves)</p></blockquote>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/reflexoestranscritas.wordpress.com/674/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/reflexoestranscritas.wordpress.com/674/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/reflexoestranscritas.wordpress.com/674/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/reflexoestranscritas.wordpress.com/674/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/reflexoestranscritas.wordpress.com/674/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/reflexoestranscritas.wordpress.com/674/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/reflexoestranscritas.wordpress.com/674/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/reflexoestranscritas.wordpress.com/674/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/reflexoestranscritas.wordpress.com/674/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/reflexoestranscritas.wordpress.com/674/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/reflexoestranscritas.wordpress.com/674/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/reflexoestranscritas.wordpress.com/674/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/reflexoestranscritas.wordpress.com/674/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/reflexoestranscritas.wordpress.com/674/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=reflexoestranscritas.wordpress.com&amp;blog=8252284&amp;post=674&amp;subd=reflexoestranscritas&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		<title>Paquita Mextre</title>
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		<pubDate>Wed, 16 Feb 2011 15:15:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Henrique</dc:creator>
				<category><![CDATA[Arte]]></category>
		<category><![CDATA[Homenagem]]></category>
		<category><![CDATA[Música]]></category>
		<category><![CDATA[Periferia]]></category>
		<category><![CDATA[favela]]></category>
		<category><![CDATA[fitinha]]></category>
		<category><![CDATA[funk]]></category>
		<category><![CDATA[japaquita]]></category>
		<category><![CDATA[leilane]]></category>
		<category><![CDATA[mextre]]></category>
		<category><![CDATA[paquitagem]]></category>

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		<description><![CDATA[FUNK DA PAQUITA MEXTRE letras: Henrique Y. Takahashi intérprete: MC Catra Paquitona, paquitona (x4) (batidas lentas) &#8220;Paquita mexxxtre!!!&#8221; Em toda a fita que, ela vai fazer Atrasa meia hora e ninguém sabe o porquê Quando chega na balada, cola com &#8230; <a href="http://reflexoestranscritas.wordpress.com/2011/02/16/paquita-mextre/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a><img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=reflexoestranscritas.wordpress.com&amp;blog=8252284&amp;post=666&amp;subd=reflexoestranscritas&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h3 style="text-align:left;"><strong>FUNK DA PAQUITA MEXTRE</strong></h3>
<p><span style="color:#333333;"><em>letras: Henrique Y. Takahashi</em></span><br />
<span style="color:#333333;"><em>intérprete: MC Catra</em></span></p>
<p>Paquitona, paquitona (x4) (batidas lentas)</p>
<p>&#8220;Paquita mexxxtre!!!&#8221;</p>
<p>Em toda a fita que, ela vai fazer<br />
Atrasa meia hora e ninguém sabe o porquê<br />
Quando chega na balada, cola com a microssaia<br />
Só dá uma filmada e chega junto a rapaziada</p>
<p>Pirigueti, pirigueti, pirigueti&#8230; (x4) (cantando rápido com batidas secas)</p>
<p>Em todo o lugar, que essa mina vai<br />
Só sabe causar, levanta a poeira e vai&#8230;<br />
&#8230; paquitar, paquitar, paquitar (x4) (cantando rápido com batidas secas)</p>
<p>Faz a dança do franguinho, vai na aula de samba-rock<br />
e tudo mundo sabe que não há ninguém mais pop!<br />
Que a&#8230;<br />
&#8230; paquitona, paquitona (x4) (batidas lentas)</p>
<p><em>Em homenagem a &#8220;mextre&#8221; da paquitagem. À pessoa que me ensinou tudo o que sei hoje na arte de ser fitinha e da paquitagem. Salve!<br />
</em></p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/reflexoestranscritas.wordpress.com/666/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/reflexoestranscritas.wordpress.com/666/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/reflexoestranscritas.wordpress.com/666/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/reflexoestranscritas.wordpress.com/666/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/reflexoestranscritas.wordpress.com/666/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/reflexoestranscritas.wordpress.com/666/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/reflexoestranscritas.wordpress.com/666/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/reflexoestranscritas.wordpress.com/666/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/reflexoestranscritas.wordpress.com/666/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/reflexoestranscritas.wordpress.com/666/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/reflexoestranscritas.wordpress.com/666/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/reflexoestranscritas.wordpress.com/666/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/reflexoestranscritas.wordpress.com/666/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/reflexoestranscritas.wordpress.com/666/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=reflexoestranscritas.wordpress.com&amp;blog=8252284&amp;post=666&amp;subd=reflexoestranscritas&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>A ternura</title>
		<link>http://reflexoestranscritas.wordpress.com/2011/02/16/a-ternura/</link>
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		<pubDate>Wed, 16 Feb 2011 13:10:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Henrique</dc:creator>
				<category><![CDATA[Arte]]></category>
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		<description><![CDATA[Pureza de coração é desejar uma só coisa Foi assim que Kierkegaard a definiu, a pureza. Puro é aquilo em que não há misturas; é uma coisa só. A paixão é pura porque vive de uma coisa só; a imagem &#8230; <a href="http://reflexoestranscritas.wordpress.com/2011/02/16/a-ternura/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a><img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=reflexoestranscritas.wordpress.com&amp;blog=8252284&amp;post=664&amp;subd=reflexoestranscritas&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<blockquote><p>Pureza de coração é desejar uma só coisa</p></blockquote>
<p>Foi assim que Kierkegaard a definiu, a pureza. Puro é aquilo em que não há misturas; é uma coisa só.</p>
<p>A paixão é pura porque vive de uma coisa só; a imagem da pessoa amada. Não se trata de uma imagem mais bonita que as outras. É uma única imagem que apaga todas as outras. O apaixonado só pensa na pessoa amada. Sempre. Os assuntos que fazem as conversas do cotidiano não lhe interessam. Bem que ele gostaria de falar sobre o seu amor, mas se cala sabendo que ririam dele. Camões, no episódio de Inês de Castro, escreveu que ela caminhava</p>
<blockquote><p>Aos montes ensinando e às ervinhas. O nome que no peito escrito tinhas.</p></blockquote>
<p>Se não havia ouvidos humanos a quem pudesse dizer o nome que tinha gravado no peito, que as árvores, a relva e as pedras fossem depositárias do seu segredo &#8211; um único nome.</p>
<p>A raposa pediu que o Pequeno Príncipe a cativasse. &#8211; Que quer dizer &#8220;cativar&#8221;? &#8211; ele perguntou.</p>
<p>A raposa explicou: &#8211; Tu te sentarás primeiro um pouco longe de mim, assim, na relva. Eu te olharei com o canto do olho e tu não dirás nada. A linguagem é uma fonte de mal-entendidos. Mas, a cada dia, te sentarás mais perto&#8230; Se tu vens, por exemplo, às quatro da tarde, desde as três eu começarei a ser feliz. Quanto mais a hora for chegando, mais eu me sentirei feliz. Às quatro horas, então, estarei inquieta e agitada: descobri o preço da felicidade!</p>
<p>Aconteceu então que o Pequeno Príncipe cativou a raposa. O tempo passou e chegou o dia em que ele precisou partir: A raposa disse:</p>
<p>- Ah! Eu vou chorar.</p>
<p>- A culpa é tua; eu não te queria fazer mal, mas tu quiseste que eu te cativasse&#8230;</p>
<p>- Quis &#8211; disse a raposa.</p>
<p>- Mas tu vais chorar!</p>
<p>- Vou &#8211; ela respondeu.</p>
<p>- Então, não sais lucrando nada!</p>
<p>- Eu lucro &#8211; disse ela &#8211; por causa da cor do trigo &#8211; E acrescentou: &#8211; Eu não como pão. O trigo para mim é inútil. Os campos de trigo não me lembram coisa alguma. E isso é triste! Mas tu tens cabelo cor de ouro. O trigo, que é dourado, fará lembrar-me de ti. E eu amarei o barulho do vento no trigo&#8230;</p>
<p>O amor começa quando colocamos uma metáfora poética no rosto da pessoa amada. A paixão é uma experiência estética. Está ligada à contemplação da beleza. A pessoa pela qual se está apaixonado é bela. Não é que ela seja bela &#8211; é o olhar apaixonado que a torna assim. Porque não vemos o que vemos, vemos o que somos. Uma mulher é bela quando nos vemos belos aos seu olhar. Quem, ao olhar para uma mulher, pensa em sexo não é um apaixonado.</p>
<p>O apaixonado sorri ao contemplar a amada dormindo, sem tocá-la. O corpo de lado, o rosto sobre o travesseiro, os olhos fechados, o suave ressonar, a camisola suspensa deixando ver a calcinha &#8211; é uma imagem de paz, de tranquilidade. E um momento de ternura. Há um desejo de acariciá-la, mas a mão não se contém; nenhum movimento dele deverá interromper a beleza da cena. Nela, os impulsos sexuais estão proibidos.</p>
<p>O sexo dos adolescentes e dos jovens se parece com um furúnculo inchado &#8211; túrgido, vermelho, dolorido, que busca se livrar do incômodo. O que se busca não é a experiência amorosa, é rasgar o furúnculo para que o pus saia, trazendo o alívio. E o esperma não se parece com pus? Quando o orgasmo acontece, numa mistura de dor e prazer, o furúnculo se esvazia e o corpo fica em paz. Pode até ser que nesse momento o parceiro se esqueça da mulher ao seu lado, vire as costas para ela e durma.</p>
<p>Foi sobre esse sexo que Freud escreveu. Era o único que ele conhecia. Era o sexo que Tomas, personagem de <em>A insustentável leveza do ser</em>, fazia com suas namoradas. Mas uma delas protestava: &#8220;Não procuro prazer, procuro a alegria&#8230;&#8221;</p>
<p>O sexo-furúnculo prescinde da ternura. Tomas não sentia ternura por suas amantes. Elas eram objetos para o alívio do seu sexo-furúnculo. Ele as usava. Não as amava. O amor mora no olhar terno que sorri ao contemplar o rosto da pessoa amada.</p>
<p>De Rubem Alves em <em>Cantos do Pássaro Encantado</em>.</p>
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